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Você tem sido uma boa mãe?

Descubra se o seu relacionamento materno é vivido com qualidade! Atualmente, com os afazeres de casa, trabalho, vida social, amorosa e cuidado com os filhos, quase não sobra tempo para a mulher-mãe se dedicar a todas essas questões e ainda ter um tempo exclusivo para si. Esse contexto faz parte da vida da “mãe moderna”, […]

maio 8, 2018
Michele Lopes

Descubra se o seu relacionamento materno é vivido com qualidade!

Atualmente, com os afazeres de casa, trabalho, vida social, amorosa e cuidado com os filhos, quase não sobra tempo para a mulher-mãe se dedicar a todas essas questões e ainda ter um tempo exclusivo para si. Esse contexto faz parte da vida da “mãe moderna”, que une multitarefas com uma cobrança de “perfeição”. Mas, por quê?

Com certeza você já ouviu falar do mito da mulher ideal, que é perfeita, boa mãe, exemplar no relacionamento amoroso, muito cuidadosa com o lar e responsável pela criação do seu filho, inclusive pela formação do seu caráter. Infelizmente esse conceito equivocado sobre a maternidade e o papel da mulher na sociedade perdurou por anos e, mesmo que atualmente a mulher tenha conquistado um espaço maior no mundo empresarial, as cobranças continuam, e só aumentaram, principalmente quando o assunto é a maternidade e o lar. Por isso muitas sofrem, se cobram em excesso e se sentem fracassadas na busca pela “mãe ideal”.

Aquelas genitoras que trabalham fora se questionam sobre a educação do seu descendente, acham que não são boas e se punem diariamente pela falta de tempo. As que são donas de casa se comparam com as figuras maternas independentes e caem no achismo de que não são os melhores exemplos de mães. Julgam-se fracas. Em sua maioria, elas possuem uma fragilidade emocional, que resulta em falta de paciência, menor qualidade de vida e relações positivas, e até mesmo pode despertar problemas de saúde. Ou seja, sempre há uma culpa enraizada, algo que diminui a qualidade do relacionamento entre mãe e filho.

 

MÃES REAIS

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto Qualibest, junto com o site Mulheres Incríveis, as mães atuais residentes no Brasil – independente da classe social -, se cobram muito e não querem mais esse romantismo que existe em torno da maternidade. Elas querem – e precisam – se libertar dessa falsa ideia de mãe perfeita e aceitar que são mães reais.

 

É NORMAL NÃO SER PERFEITA!

O seu questionamento diário é sobre a necessidade de ter mais tempo e ser uma mãe perfeita? Então pare! A perfeição não existe. Os seus sentimentos de culpa e fracasso fazem com que a vida fique mais pesada, o seu relacionamento mais fragmentado e os seus dias perdem o sentido real, que é a felicidade plena.

Mas, se mesmo assim você não tem certeza se está no caminho certo e se está prejudicando o seu relacionamento com seu filho, então faça o teste!

 

COMO AVALIAR SE VOCÊ É UMA BOA MÃE?

  • O seu modo de proteção é por meio de conselhos?
  • Você tem reservado um tempo para cuidar de si?
  • Tem vivido o seu agora sem se culpar pelo que não consegue fazer pelos outros?
  • Você trabalha a paciência nas suas relações com seu descendente?
  • Tem recompensado seu filho com palavras de amor ao invés de presenteá-lo com coisas materiais?
  • Você aceita os seus próprios desejos e tenta realizá-los, independente do que o seu filho quer?
  • Tem vivido os momentos com seu filho de maneira saudável?
  • Tem feito com que seu filho respeite o seu espaço?

Se a resposta para as questões acima for sim, então você tem dado o melhor a ele, porque, a partir do momento que você cuida de si, está apta a cuidar do outro também, com qualidade e muito amor – qualidade não significa tempo, e sim presença real nas relações -. Se você respondeu não, então o primeiro passo para ser uma boa mãe é se livrar do medo do fracasso, dos padrões do passado e se concentrar em si, entendendo de antemão que não existe pessoa alguma que seja perfeita.

Como diria o pensador contemporâneo em psicanálise, Serrurier: “Essa culpa é a inimiga número um da maternidade feliz.”

Quem resiste a essa mudança, sofre e provoca mais e mais erros que podem, inclusive, refletir no emocional do seu próprio filho.

 

EXISTE UM CAMINHO

Tudo o que lhe causa dor tem um porquê. E se ele existe, então é necessário ressignificá-lo.

Com sessões de coaching, processos de mentoring e cursos com a metodologia do (Re) significar, é possível mudar o modo de pensar e, finalmente, dar adeus às cobranças excessivas, sem culpa. Perceber essas limitações e querer a transformação é o primeiro passo para o sucesso.

 

 

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